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Alopecia areata: o que é e como diagnosticar

Sendo popularmente conhecida como “pelada”, essa condição pode ter impactos significativos na vida do indivíduo, especialmente em sua autoestima.

Por rpaivaworks

30/01/2020 às 17h04 • atualizado em 30/01/2020 às 17h05

Alopecia areata: o que é e como diagnosticar

Alopecia areata é uma condição de saúde caracterizada pela queda de cabelo. Isto é algo que assusta homens e mulheres de qualquer idade, afinal de contas, ninguém gostaria de ficar careca de uma hora para outra, certo?

Sendo popularmente conhecida como “pelada”, essa condição pode ter impactos significativos na vida do indivíduo, especialmente em sua autoestima. Especialmente porque o cabelo não é a única área afetada, podendo ocasionar perda de cílios, sobrancelha e até barba, algo que poucas pessoas sabem.

Curioso para saber mais sobre essa condição, como ela se desenvolve e como é diagnosticada? Continue lendo esse texto e descubra.

O que é a alopecia areata?

Segunda a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), “Alopecia areata é uma doença inflamatória que provoca queda de cabelo”. Existem 2 fatores envolvidos nesse processo, a genética do indivíduo e a presença de doença autoimune.

Normalmente, essa condição se apresenta como buracos circulares no cabelo, este simplesmente cai. Quanto a extensão da queda capilar, ela varia de indivíduo para indivíduo
e não há como prever quais ou o quanto serão as regiões serão afetadas.

Em casos muito graves, há ainda a alopecia total ou universal, no primeiro caso, o indivíduo afetado fica completamente careca, já no segundo os pelos de todo o corpo caem, sendo denominada de alopecia totalis. O quadro pode sofrer pioras por conta de traumas físicos e infecções.

Muitos olham para essa condição com preconceito e medo, contudo, ela não é contagiosa. Ademais, também não há motivo para temer os efeitos dessa doença. Isto porque o cabelo pode crescer novamente, uma vez que a doença não destrói os folículos pilosos.

Apesar disso, um novo surto da doença pode fazer com que o cabelo volte a cair. Realmente não há como prever com precisão como ela irá se manifestar ou mesmo quando.

O diagnóstico através dos sintomas

Entre 20 e 30% dos casos de alopecia areata estão associados a doenças imunológicas, alguns exemplos são diabetes, lúpus, vitiligo, problemas da tireoide e até mesmo condições alérgicas como as rinites. A concomitância da perda de cabelo com esse cenário dá ao médico ou dermatologista uma boa ideia do que pode estar acontecendo.

Especialmente porque a grande maioria dos casos é assintomática, contudo, há sim casos em que coceira, queimação e o aparecimento de placas na pele e no couro cabeludos podem ser notadas.

Um dos sintomas que também podem ser identificados entre 10 a 50% dos casos são alterações na superfície da unha. Esta fica com um aspecto de furinhos também conhecidos como depitting, algo análogo ao efeito da celulite.

De modo geral, o sintoma mais gritante e assustador dessa doença é a perda brusca de cabelo, formando áreas arredondadas (ou ovais). Podendo ser em uma única área ou múltiplas, como falamos acima, isso irá depender do indivíduo.

Algumas vezes, o profissional de saúde escolhe realizar uma biópsia da pele afetada a fim de descobrir as possíveis causas da alopecia. Há ainda um teste em que cerca de 60 fios de cabelo são puxados da margem da área afetada, sendo considerado positivo se ao menos 6 forem arrancados pela raiz.

Como funciona o tratamento da alopecia

Apesar do susto de perder o cabelo de forma abrupta, essa é uma condição benigna, ou seja, tende a regredir espontaneamente. Contudo, alguns casos auxílio médico e psicológico é necessário.

O tratamento funciona a base de cremes contendo corticosteroides e andralina a fim de suprimir a atividade autoimune que está ocasionando a queda de cabelo. Normalmente, também são aplicadas soluções com substâncias que estimulam o crescimento do cabelo como o famoso Minoxidil.

Em casos especiais, quando adultos têm menos de 50% do couro cabeludo afetado pela alopecia areata, é possível aplicar injeções de derivados de cortisona. Esta substância também tem como objetivo primário frear a atividade autoimune para que os tecidos possam se recuperar do efeito inflamatório causado pela doença.

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