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VÍDEO! Polícia Civil investiga e identifica estudantes que anunciaram “massacre” em escolas de Sousa

A mensagem divulgada no WhatsApp anunciava a morte de estudantes e professores em escolas da cidade de Sousa

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

13/09/2019 às 11h53 • atualizado em 13/09/2019 às 11h56

Os áudios e mensagens de texto divulgados nesta quinta-feira (12) no aplicativo de mensagens WhatsApp sobre um possível massacre em escolas da cidade de Sousa, Sertão da Paraíba, trouxeram medo aos alunos e aos pais dos estudantes, mas a polícia civil investigou e identificou os autores dos Fakes News.

O falso massacre
As mensagens compartilhadas nas redes sociais, previam um massacre nas escolas “Normal e Demonstração”e uma aluna que se passou por uma professora gravou áudios fazendo alerta aos estudantes: “O massacre vai acontecer, se escondam para se proteger ou então não vão para escola”, disse ela.

Os autores
O delegado Ilamilto Simplício prestou entrevista ao Diário do Sertão e revelou que as mensagens foram enviadas por próprios alunos das escolas e que eles já foram identificados e serão punidos criminalmente:

“Embora tenha sido uma brincadeira, é uma coisa muito séria e isso jamais deveria ser feito. E houve um crime, então o procedimento será instaurado e esses jovens serão penalizados e se eles forem menores de idade, os pais também poderão ser responsabilizados”, destacou Ilamilto.

Veja mais:

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Print da conversa no WhatsApp dos alunos

A brincadeira e o crime
A polícia civil já instaurou o inquérito e vai ouvir todas as pessoas que divulgaram e compartilharam as mensagens no WhatsApp, além do proprietário do grupo na rede social, a direção das escolas juntamente com os professores e familiares dos estudantes.

Atenção pais
Ilamilto também fez um alerta para os pais para que eles busquem educar os filhos para que brincadeiras como essa não se repitam:

“Os pais não estão sabendo e falta limites a começar a própria família e isso se estende da escola. Quem tem que educar os filhos são os pais, é preciso educação adequada com imposição de limites”, finalizou.

Boletim da Ocorrência

DIÁRIO DO SERTÃO

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