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Boas e más práticas na hora de escolher um banco para financiamento imobiliário

Quem deseja realizar o sonho da casa própria precisa estar atento na hora de comprometer-se com um empréstimo.

Por Gear SEO

28/11/2019 às 14h36

Boas e más práticas na hora de escolher um banco para financiamento imobiliário

Milhares de brasileiros ainda têm, como maior sonho, o desejo de adquirir a casa própria e ter um lar para chamar de “seu”. E para possibilitar a realização desse sonho, seja construindo a casa ou comprando um imóvel usado, um dos caminhos mais comuns é o empréstimo bancário por meio do financiamento imobiliário.

Esse tipo de empréstimo consiste em uma linha de crédito de longo prazo oferecida pelas instituições financeiras, públicas ou privadas. Dessa forma, o financiamento permite que o cliente tenha em mãos a quantia necessária para fazer o pagamento desejado, com a possibilidade de quitar o empréstimo ao longo dos anos.

Para quem opta por esse caminho, é preciso estar atento às condições impostas pelo financiador. Ele deve procurar cumprir todas as obrigações de pagamento, provando que pode arcar com as prestações, e estar ciente das taxas de juros e do tempo que tem para pagar.

Abaixo, veja algumas práticas recomendadas para aqueles que procuram esse financiamento.

Práticas desejáveis

Ao planejar um financiamento imobiliário, é preciso pensar no processo como um todo com cuidado, ficando alerta para que a situação não saia do controle e se torne uma dor de cabeça. Abaixo, veja algumas dicas de como melhor lidar com esses cenários.

Avalie suas finanças

Antes de se comprometer com um financiamento desse tipo, o primeiro passo é fazer um minucioso planejamento financeiro. Uma vez que é um investimento grande, é preciso considerar se o pagamento da prestação não vai comprometer a economia doméstica, de forma que faça com que a família tenha que arcar com mais uma dívida.

Por isso, é preciso fazer um levantamento dos gastos mensais da família. É importante apontar quanto ela recebe por mês e o valor total dos gastos, observando qual é a diferença. Esse planejamento requer atenção e comprometimento de todos os membros da família, já que o pagamento das prestações deve ser visto como uma prioridade.

É nesse estudo, também, que se verifica qual o valor disponível para fazer a entrada do pagamento, e se a renda será o suficiente para pagar as prestações no futuro. Avalie para quando o financiamento está previsto para ser quitado e tenha em mente outras despesas presentes no processo, como impostos.

Corte gastos

Feito isso, estude quais despesas podem ser cortadas ou reduzidas, contribuindo para que exista uma reserva mais sólida para pagar a prestação. Assim, deve-se adotar a redução ou a extinção de gastos supérfluos, que podem comprometer a saúde financeira da família.

Outro ponto importante é que a escolha do financiamento e do imóvel deve levar em conta a realidade do rendimento familiar. Por mais que possa existir um lugar dos sonhos para morar, é necessário pensar se as prestações para esse lugar são pagáveis e não vão comprometer as finanças da casa.

Por isso, geralmente, os bancos estudam a renda mensal da família antes de conceder o financiamento. Eles permitem que o valor da parcela seja de até 30% da renda total. Porém, quanto menor for esse percentual, maior será a garantia de que o compromisso será ser honrado.

Melhores condições de pagamento

Outro ponto importante a ser considerado antes de fazer o financiamento imobiliário é a escolha da instituição na qual o empréstimo será realizado. E um aspecto crucial dessa escolha é observar a taxa de juros de cada um desses bancos. Uma análise mais aprofundada desse número pode mostrar que uma economia preciosa pode ser feita.

Em agosto deste ano, a Caixa Econômica Federal disponibilizou uma nova forma de financiamento, com uma taxa de juro mais baixa. Essa nova modalidade oferece um juro de 2,95% a 4,95% ao ano, abaixo do valor de 7,5% do empréstimo tradicional. O dinheiro do banco pode financiar até 80% do valor do imóvel.

Mas existe um grande porém: contratos desse tipo serão reajustados mensalmente pela inflação, a partir do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Portanto, o valor da prestação levará em conta os dois fatores.

Essa nova linha de crédito tem como vantagem prestações iniciais mais baixas e é mais recomendada para um financiamento de menor prazo — de até 10 anos. Essa é uma boa escolha para quem aposta na queda da inflação e que tem a sua renda corrigida por esta.

Porém, caso a inflação se mostre incontrolável, a modalidade deixa de ser tão atraente. O governo não pode controlá-la por decreto e, se a inflação for alta, será sinônimo de prestações maiores. Uma vez escolhida, não se pode mudar para o modelo tradicional e uma portabilidade para outro banco deve ter o mesmo indexador.

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