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Bêbe com cardiopatia congênita é transferido de hospital de Patos para o estado do Ceará

A criança que é natural e Ipaumirim, estava em Cajazeiras esperando vaga na UTI Neonatal foi acolhida pela equipe da neonatologia da Maternidade Dr. Peregrino Filho de Patos.

Por Juliana Santos

08/02/2021 às 08h47 • atualizado em 08/02/2021 às 08h52

O bebê foi diagnosticado com cardiopatia congênita. (Foto: Divulgação /SecomPB)

Um bebê com problemas com cardiopatia congênita foi transferido da Maternidade Dr. Peregrino Filho, em Patos, no Sertão paraibano, para o Hospital de Messejana, distrito de Fortaleza, no Ceará, estado de origem da família e onde terá a continuidade dos cuidados da cardiologia pediátrica iniciados na Paraíba.

A transferência foi feita na manhã deste domingo (7), e exigiu uma força-tarefa sob o comando da Rede Cuidar, da Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES) junto com o Corpo de Bombeiros, Samu, Serviços de Regulação, Secretarias de Saúde e o Serviço de Transporte Aéreo.

A criança que é natural e Ipaumirim, estava em Cajazeiras esperando vaga na UTI Neonatal e foi acolhida pela equipes da da Neonatologia e do Núcleo Interno de Regulação (NIR) da maternidade de Patos que conseguiu dar o suporte necessário até realizar a transferência.

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O bebê tem cardiopatia congênita do canal dependente, ou seja, uma condição que requer administração de pouco oxigênio. A suspeita confirmou-se por meio da realização do ecocardiograma de triagem realizado pela equipe da neonatologia da Maternidade Dr. Peregrino Filho, onde houve o acolhimento às demandas clínicas inerentes à patologia, pelo período de 17 dias, quando o bebê esteve internado na unidade.

A Maternidade Dr. Peregrino Filho, em Patos, faz parte da Rede Cuidar Paraíba, que integra as maternidades públicas de todo estado. A Rede funciona em tempo integral durante todo o ano e tem como um de seus principais objetivos a busca ativa de crianças com cardiopatias que, ao serem diagnosticadas com problemas, passam a receber tratamento especializado, inclusive com acesso a procedimento cirúrgico, quando necessário.

A transferência exigiu uma força-tarefa sob o comando da Rede Cuidar. (Foto: Divulgação/SecomPB)

De acordo com a diretora geral da Maternidade Dr. Peregrino Filho, Railda de Almeida Gomes, o recém-nascido precisava de um suporte especializado na área da cardiologia. “Acionamos as referências na área, tanto na Paraíba como no Ceará, para potencializar e agilizar o tratamento urgente. Então, em comum acordo com a família, acionamos o seu estado de origem, para assim dar mais celeridade ao processo”, disse.

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